TRABALHOS

TROMBO

Ficha Técnica

Direção: Tiago Gambogi e Juliana Pautilla

Concepção e atuação: Carolina Correa

Textos: Carolina Correa e Sara Pinheiro

Dramaturgia de Texto: Sara Pinheiro

Direção de movimento e preparação corporal: Tiago Gambogi

Iluminação e cenografia: Cris Diniz

Trilha sonora original: Marcos Frederico

Figurino: Graça Ottoni

Fotografia: Lucas Brito

Arte Gráfica: Ramon Brant

Vídeos: Gustavo Pains

Assistência de produção para photo shoot: Caroline Perazoli

Apoio: Soller Centro de Artes

Realização: Grupo Dos Dois

Sinopse

Uma mulher recebe um diagnóstico, que pode ser fatal. Um diagnóstico que, naquele momento, para ela, é fatal. Um falso diagnóstico.
Uma mulher que sente a dor, que sente os golpes, que procura um alivio para sua existência. Exames, testes e ressonâncias. Quantos golpes sāo necessários para um corpo deixar de ser um corpo?
Criado a partir da vivência de Carolina Correa, de textos de Sara Pinheiro e da pesquisa de Tiago Gambogi e Juliana Pautilla em dança, performance e o universo da comicidade, TROMBO é um fluxo de pensamentos, imagens, vozes e lugares de fala. Um fluido constante e suas possíveis obstruções, que é capaz de nos revelar a fragilidade do corpo humano, principalmente quando colocado de maneira desumanizada.
TROMBO, como cena curta, teve sua estreia em abril no La Movida Microteatro em Belo Horizonte e percorreu diversos festivais na Argentina, Chile, Colombia, Uruguay e Espanha.

 

Teaser TROMBO

Carolina, de Lorca

Ficha Técnica:

Concepção: Carolina Correa

Texto: Carolina Correa e Léo Kildare Louback

Atuação: Carolina Correa

Dramaturgia: Léo Kildare Louback

Direção: Léo Kildare Louback e Antônia Claret

Direção de Imagens: Leonardo Barcelos

Iluminação: Cris Diniz Aguiar

Trilha Sonora Original: Marcos Frederico e Flávio Henrique

Realização: Grupo Dos Dois

Duração: 40 minutos

Gênero: drama / comédia

Teaser Carolina de Lorca

Release Carolina, de Lorca

 

O solo CAROLINA, DE LORCA aborda as questões tanto físicas quanto psicológicas que perpassam a vida de uma mulher a partir do momento em que começa a gerar um filho. Seja de forma bem-humorada ou dramática, propões-se a investigar os limites entre amor e obrigação, entre amor e necessidade de amar, entre amor sentido e amor forçado por uma sociedade em constante processo de manipulação da mulher, que usa o corpo feminino pra gerar seja homens para mão-de-obra, seja para gerar felicidade aparente para casais “bem-sucedidos”. Transitando pela “história da maternidade”, discutimos os pontos cruciais que determinaram as mudanças no comportamento materno e na vida da família como um todo. Carolina Correa, atriz e bailarina, se lança ao palco para ceder o próprio corpo recém tornado materno à discussão não tão simples dos vários processos por que passa uma mulher performer, que tem que deixar de lado seu trabalho para se dedicar, ao menos por um tempo, ao exclusivo ofício de ser mãe, que dança suas angústias ora com leveza, ora com desespero, propondo mais indagações que respostas sobre um tema tão complexo e cheio de nuances quanto o FEMININO.

Carolina, de Lorca avança para além da maternidade para tratar da solidão e da espera a que as mulheres, podem estar sujeitas. Yerma e Carolina: dois corpos que se fundem para falar do tempo, do corpo e das marcas do tempo, da biografia, da história nesse corpo, que se rebela e dança, se movendo como turbilhão que precisa ser ouvido hoje, agora, por mulheres comuns e, principalmente, por homens comuns.

ROMA

Ficha Técnica

Idealizaçāo: Grupo Dos Dois

Direçåo: Raquel Pedras

Dramaturgia e Texto: Raquel Pedras e Julio Vianna

Atuaçāo: Carolina Correa

Iluminaçāo: Cris Diniz

Trilha Sonora Original:

Marcos Frederico

Cenografia: Daniel Correa e Mariana Falcāo AUCubo / Coletivo AU

Figurino: Virgína Barros

Coordenaçāo de produçāo: Grupo Dos Dois

Produçāo executiva: Polyana Horta e Stephanie Cunha

Arte Gráfica: Ramon Brant

Fotos: Bruno Magalhāes

Assessoria de imprensa: Val Prochnow

Release

 

É uma outra espécie de morte separar corpos ainda vivos, desviar dos caminhos traçados.

Um casal sabe que chegou ao fim.  Mas ainda não declarou o fim. Quando tomar a decisão?

Criado a partir de relatos, experiências pessoais e fatos reais, essa é uma obra de ficção.

A criação da cena parte da conexão entre o discurso amoroso, a investigação dramatúrgica  e a construção da imagem.

Carolina Correa e Raquel Pedras investigam a construção do espetáculo a partir de experiências distintas na construção cênica. Se misturam: performance, dança, teatro e projeção para refletir sobre as impossibilidades de permanecer, mesmo quando ainda existe amor.

EXPERIMENTO AUTOFICCIÓN

Ficha técnica:

 

Direçāo: Carolina Correa

Dramaturgia: Ana Regis

Direçāo Musical: Poliana Tuchia

Luz e Figurino: Cris Diniz

EXPERIMENTO AUTOFICCIÓN

Espetáculo inaugural do festival Internacional de Teatro Amador de Girona FITAG 2019, Espanha [uma co-produção internacional: dirigido por Carolina Correa e elenco de diferentes partes do mundo, Brasil, Argentina, Portugal, Marrocos, Israel, Colômbia e Catalunha]. Um experimento de direção baseado em criação de cenas que tomam como base o resgate da memória corporal na infância, adolescência e adultez, trabalho que trouxe a urgência de cada ator para a expressividade em cena.

Ensayos EXPERIMENTO AUTOFICCIÓN

999

Ficha Técnica:

 

Idealizaçāo, Atuaçāo e Direçāo: Carolina Correa

Consultoria Artística: Janaina Leite

Trilha: Carolina Correa e Alexandre Brasil

Imagens: Carolina Correa

Projeções: Beth Freitas

Luz: Leandro Miranda

Sobre a Performance 999 e o Teatro de los Sentidos

Cada viajante ou público, é convertido em imaginante, é ele quem cria, forma e deforma suas próprias imagens.

A escuridão descodifica o corpo: mãos podem ver, o nariz evoca, os ouvidos podem sentir o silêncio. O público retorna para suas origens e cheira, toca e sente como se fosse a primeira vez. A busca de uma linguagem sensorial responde a necessidade de recobrar o corpo como fonte de conhecimento.

Uma casa, o silêncio e um habitante que conta os dias sem saber quantos são. Não há distância, ele está aqui, você pode sentir? O que vivemos agora? O senhor vê?

ESPECTRA I

Ficha Técnica

 

Idealização e Criação: Carolina Correa e Thembi Rosa

Imagens e Edição: Pedro Gibran

Trilha Sonora: O GRIVO

ESPECTRA I

Projeção de encontros, de encontros possíveis. Onde está o corpo que encosta, dança, esbarra, embaraça, ampara, acolhe, aquece. Onde está o sentir do outro? Onde está o sentir?

ESPECTRA II

Ficha Técnica

 

Idealização e Criação: Carolina Correa e Thembi Rosa

Imagens e Edição: Pedro Gibran

Trilha Sonora: Grupo Sonax / Marco Scarassati, Marcelo Bomfim e Nelson Pinton

ESPECTRA II

Somos o não mais sentir

Somos um invisível fatal

Somos vazios, buracos, sombras espaços íntimos,

A ausência, o acaso

A vida por um fio…

meditações . 1 . 27.07.2020 . 06:27

Ficha Técnica

Concepção e Interpretação: Carolina Corrêa e Thembi Rosa

Gravação e Edição: Pedro Gibram

Trilha Sonora: quickbird . o grivo

 

creaciones en refugio & parquear bando fb: @parquearmultiplex

TEMBLOR

Ficha Técnica

Direçāo: Carolina Correa, Léo Kildare Louback e Ludmilla Ramalho

Dramaturgia: Léo Kildare Louback y Víctor Sánchez Rodríguez (Espanha)

Elenco: Carolina Correa, Léo Kildare Louback

Cenografia: Léo Kildare Louback e Ludmilla Ramalho

Criaçāo e Iluminaçāo: Cris Diniz

Trilha Sonora Original: Marcos Frederico, Léo Kildare Louback e Felipe Continentino

Figurino: Renata Alice

Vídeos: Alex Silva

TEMBLOR: UM SOLO PARA DUAS ATRIZES

Temblor: um solo para duas atrizes onde temas como a vaidade, a solidāo, o sucesso, o desejo, o fracasso, e sobretudo, o encontro estāo presentes no texto.  Duas atrizes que vāo a Santiago apresentar uma esperada versāo de Lágrimas Amargas de Petra von Kant e se deparam com a eminência da morte ao presenciar um traumático terremoto.

O espetáculo estreou em janeiro de 2016 no Festival Santiago Off na cidade de Santiago do Chile e se apresentou no Festival Efímero de Teatro Independiente de Buenos Aires em julho de 2016.